ASSISTAM - CLOSER - TRAVIS
http://www.youtube.com/watch?v=u2hYn_4yuhc
Esta aí um clip que gostaria de fazer. Assisti por várias vezes esse clip durante minha vivência em Londres. Nas madrugadas solitárias, na televisão de fundo.
Escrito por Patrícia Lobo às 18h49
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TODAS AS TERÇAS!

Os amigos estão foda nas apresentações.
Escrito por Patrícia Lobo às 17h03
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O CORINGA PUNK
Batman - O Cavaleiro das Trevas, estréia dia 18 de julho. A maquiagem e o figurino especialmente do personagem do Coringa está primorosa e o cartaz também está muito bacana, valendo lembrar que foram realizados para divulgação 13 cartazes que serão devidamente publicados.


O filme é a despedida do ator Heath Ledger (O Segredo de Brokeback Mountain), morto em janeiro deste ano, que interpreta o Coringa. As imagens mostram o vilão em um interrogatório. Este foi o último papel do ator, que morreu devido a uma overdose de comprimidos prescritos. O corpo foi encontrado por uma faxineira em seu apartamento, em Nova York.
Escrito por Patrícia Lobo às 19h15
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NEIL GAIMAN NA FLIP
Estava fuçando na uol e li sobre o genial Neil Gaiman, que veio à FLIP, pela terceira vez. Espero o ano que vem visitar esse evento.

"Paraty - Como era esperado, o inglês Neil Gaiman estabeleceu nova marca na 6ª Festa Literária Internacional de Paraty, a Flip, na tarde deste sábado. Depois de lotar o auditório onde participou de uma mesa ao lado do americano Richard Price, Gaiman, conhecido por suas criações do mundo pop com o personagem de HQ Sandman, atendeu pacientemente a uma legião de fãs que, segundo dados iniciais dos organizadores, formou uma fila com aproximadamente 600 pessoas. O escritor contou, durante sua palestra, que está acostumado a tamanho assédio, mas já enfrentou também situações inusitadas."Tenho fãs que se orgulham de me mostrar tatuagens inspiradas em meus personagens, mas, certa vez, em Los Angeles, um rapaz pediu para que assinasse embaixo de uma dessas tatuagens, em seu braço. Peguei a caneta e autografei. Depois de alguns minutos, ele voltou e, orgulhoso, me mostrou que acabara de tatuar a minha assinatura. Dava até para ver o sangue ainda escorrendo. Aquilo não foi muito legal." "
Escrito por Patrícia Lobo às 18h49
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HOJE EU PREFIRO O LONGO DO QUE O CURTO
Por muito tempo eu preferi o caminho curto, aliás, tentava fazer a todo o tempo o caminho curto. A ansiedade ajudava-me com precisão. Hoje, prefiro o caminho longo, e cada vez mais prefiro o longo, porque cada dia mais eu exijo mais. Eu exijo de mim e de tudo que se denomine parte, de mim. Eu escrevo porque gosto, não sei se escrevo para os outros, mas antes de mais nada escrevo pra mim. Tenho um livro pronto, ainda não sei de fato quando terei a coragem necessária pra publicar, me refiro a coragem, porque hoje, eu perdi um pouco da coragem, mas acredito que seja o tal do caminho, na hora que tiver que ser, será. Enquanto isso eu me preparo nem sabendo como, mas só sei que sinto, em breve dou continuidade a esse primeiro romance. Sim, ele tem uma continuidade, e eu já estou cheia de fatos e idéias pra iniciá-lo. Eu já corri igual uma doida em tempos passados. Corria e não sabia onde queria correr. Hoje ainda ando me definindo, porém, já tenho alguns dos caminhos desenhado em minha mente. Eu quero meus pés cada vez mais fincados ao chão, é necessário. Meu lado lúdico fica sempre dentro de mim, em meu eu, ou, em uma salinha branca com uma porrada de cd's, dvd's e livros e um computador. Eu gosto da minha lucidez, eu preciso dela. Cada vez mais admiro pessoas lúcidas. O lado lúdico da coisa, afunda se só ficar nisso. É a mesma coisa de pessoas que só tem idéias e esquecem dos fatos. Vou com cuidado e sei que preciso voltar, voltar à tona. Fiquei um tempo disperça, disperça de mim, uma hora, em uma esquina qualquer eu me reencontro, sem grandes expectativas, mas já seria o bastante. O reencontro. A hora chega, mas tem que ser na esquina e de preferência do lado esquerdo do cruzamento.
Escrito por Patrícia Lobo às 18h37
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A ÚLTIMA TACADA

Foto: Patrícia Lobo
A Liberdade é o melhor a ser vivido, muitos dizem que são almas livres, mas quem já nasce, dificilmente pode-se dizer livre, é de se pensar. A Liberdade está aí da forma que cada um queira imaginar e vivenciar. Ontem, eu com mais dois amigos fomos para o Bairro da Liberdade, como já fazemos sempre que podemos. Eu estudei por lá durante 4 anos, conheço boa parte daquele bairro e devo admitir que é muito interessante ver com muita naturalidade, o ato do cotidiano, pessoas comerem um enorme barco com as receptivas comidas orientais em mesas de botecos japoneses, aquela mesa da Brahma vermelha, longe de qualquer lugar, ou mesas, cadeiras modernizadas e sofisticadas ao extremo e com aquela música de fundo, em grande parte dos lugares modernets, não que eu não goste também desses lugares modernets e tal, mas quis dizer que isso não quer dizer muita coisa, pra mim. Além de tudo, nesses lugares modernets, sempre rola um som, normalmente música eletrônica, que pelo amor de tudo, estraga qualquer ambiente. Estraga qualquer boa intenção, porque esse gênero, é de se incomodar por demais. Que as "RAVES", continuem bem, mas bem longe de mim, juntamente com esse público que gostam tanto disso, fiquem longe. Fomos parar na CHOPPERIA LIBERDADE, como tem que ser. E fomos jogar sinuca, a tacada, muito bela por sinal, que foi registrada, foi feita pelo Wagnão, um grande amigo. O lugar não estava abarrotado, como costuma ficar, acredito em duas situações, primeira: é fim de mês, a grana fica apertada pra todo mundo e segundo: a lei seca, ou vou mais longe com a terceira situação, ou, apenas palpites - Situação 1 e 2 juntas. Gosto daquele lugar e está tudo certo. O temaki de salmão, meu preferido é muito bom. Assim continuamos pela Av. Paulista depois, vazia e na madrugada. Adoro a Av. Paulista vazia e em plena madrugada. Estávamos escutando R.E.M. Foi bacana!
Escrito por Patrícia Lobo às 23h58
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COSH GALLERY
New work now available from the WIWP exhibition 'Now Showing' - Novos trabalhos agora avaliados por WIWP exibindo - "NOW SHOWING".

Pure Evil - 'Sex and Moderate Violence Sales' Metallic C type Print on Aluminum - (Enquiries please phone 020 7287 7758)
WWW.COSHUK.COM
Escrito por Patrícia Lobo às 22h12
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CHOPERIA LIBERDADE - UMA ÓTIMA PEDIDA
"Bar exótico do bairro da Liberdade, com público eclético e decoração kitsch. O ambiente é diferente de qualquer lugar de São Paulo e lembra um cenário de filme, com as paredes vermelhas, mesas com estofado de couro, karaokê e mesas de sinuca ao fundo. As paredes são adornadas com detalhes estranhos e bizarros, como garças de plástico, luzes coloridas e vitrines com pedras. O público é bem diversificado, atraindo desde modernos e pessoas ligadas à moda, até prostitutas e executivos japoneses em visita à São Paulo, com jeito de mafiosos. A dona é chamada de Mama e atende pessoalmente os clientes. O karaokê é o grande destaque da casa, com uma quantidade gigantesca de músicas em português, inglês e japonês. O cardápio serve chopp, petiscos e porções, como a de churrasquinho, uma das mais pedidas."


A primeira vez que fui, foi no início de 2006. Lembro-me até hoje, fomos comemorar o primeira gravação executada do programa cinema on line, na All TV. Foi bacana! Fiquei 2007 fora, aí retorno e junto ao meu amigo de infância - Wagner, desde então, sempre vamos pra lá. Em uma conversa e outra percebíamos que frequentávamos aquele mesmo ambiente, então, por que não frequentarmos juntos? Sempre estamos por lá, quando podemos. E sempre acontece muitas coisas interessantes. Boas madrugadas...
CHOPERIA LIBERDADE
R. da Glória, 523 - Liberdade - São Paulo - SP
Tel: (11) 3207-8783
Vá conferir!
Escrito por Patrícia Lobo às 13h19
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ONTEM 20/06

Ontem no teatro imprensa - Texo do Mário Bortolotto - Vamos sair da chuva quando a bomba cair.
vá conferir!
Escrito por Patrícia Lobo às 16h36
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A MUSA AMY WINEHOUSE EM EXPOSIÇÃO
A fotógrafa HANNA fez uns trabalhos de Amy Winehouse e fez uma exposição na Vila Madalena com algumas fotos que viraram quadros.


Belo trabalho.
Escrito por Patrícia Lobo às 23h56
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BEM COOL

Foto por Tahís Ribeiro.
... LAS UNAS...
Escrito por Patrícia Lobo às 23h47
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O FILME
O filme "Nossa vida não cabe num Opala" tem estréia nacional prevista no dia 02 de agosto.

O filme é uma adaptação do texto de teatro do amigo Mário Bortolotto chamado - "Nossa vida não vale um chevrolet". No elenco temos amigos - Gabreil Pinheiro e Milhen Cortaz.
"Baseada em peça teatral de Mário Bortolotto, a história tem inicio com a morte do patriarca de uma família paulistana de classe média baixa. Ele passa a assistir às reações dos filhos à sua morte e ao desmoronamento da frágil estrutura familiar."
Escrito por Patrícia Lobo às 19h02
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OS AMIGOS EM CENA

A amiga Ana Liz está na peça como atriz e produtora. Reinaldo Moraes adaptou o texto e Guizé está ilário em sua atuação. Já estreiou e restreiou e restreiou, enfim, vai e vem, vale a pena! Sempre que posso não me canso em rever.
Pça Roosevelt - Espaço dos Parlapatões
MEIA NOITE, SOMENTE AS SEXTAS-FEIRAS.
Escrito por Patrícia Lobo às 22h50
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FALTAM APENAS HORAS
Parecíamos crianças com os mesmos sonhos. Dentro do carro estávamos como garotos eufóricos ao escutar a música que tanto gostamos. Era como nos imaginar tocando os instrumentos enfurecidamente sem grandes pretensões de palpites alheios. Erámos apenas garotos, e nós garotos não nos importamos por isso. Os sonhos enquanto crianças são levados a sério, na medida do possível, mas sempre soubemos que nunca teríamos a banda, mas a sensação é tão boa quanto a de escutar e parecer que estávamos em um grande concerto de rock enquanto pegávamos a 13 de Maio, isso talvez seja indiscritível, seja indiscutível, pois isso é coisa de garotos. Quando percebemos já estávamos assim, como nosso amigo Bob na canção Po' Boy. Estávamos cansados dos finais de semanas que nunca foram tão legais assim, sempre prefirimos as segundas e terças e às vezes as quintas. Os sonhos já tinham se partido, sentíamos uma tristeza, porque infelizmente ou pensando melhor, felizmente aprendemos quebrando a cara, acho que valeu todos as partes do meu rosto trincado. Cada trinco deve ter seu motivo e está aceito, porque tem que ser assim, sem lamentações. Faltam apenas algumas horas e o domingo está indo, apesar de parecermos assim tolos, são apenas umas garrafas a mais, ao menos, nos divertimos com as belas senhoras, lindas e bem tratadas. Acredito eu que nesse domingo tive quase a certeza que Sofia Loren estava bem ao meu lado. É. Na mesa ao lado, mas isso não importa tanto, o que importa é que o dia teve de repente uma beleza azul dentro de um cotidiano cinza e o efeito disso é bonito por demais. Isso que importa, amanhã é segunda-feira. Faltam apenas horas.
Escrito por Patrícia Lobo às 00h13
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LEITURA!
Continuando... Após terminar a leitura do genial F. Scott Fitzgerald, não pude deixar quieto, ao caminhar pela Av. Paulista enquanto esperava um amigo, parei em meio a livros e me deparei com o mestre Bukowiski - Notas de um velho safado (comprei). estou devorando, como sempre o mestre não deixa a desejar. O cara sabia bem o que estava fazendo. Em 2004, foi a primeira vez que o li, iniciando com "Hollywood", no período que estive em Londres li, "Post Office" e agora - "Notas de um velho safado". Buk, é foda e certeiro!

"(...) Em Notas de um velho safado, a América tem uma cara de 50 anos, corpo de 18 e desfila de calcinha rosa-claro e salto alto na madrugada corrosiva de Los Angeles. A América é um sapatão furioso com uma garra metálica no lugar da mão esquerda e não quer saber de transar com o velho safado. A América é uma deusa milionária com a qualele se casa e da qual amargamente se separa. A América é uma prostituta, 150 quilos, um metro e meio de altura, que peida, uiva e destroça a cama quando goza. A América também estudantes e revolucionários proferindo discursos inflamados em parques ensolarados de São Franciscon no final da década de 60. A América é Neal Cassady dirigindo alucinadamente pelas ruas de Los Angeles, pouco tempo antes de morrer de overdose sobre os trilhos de uma ferrovia mexicana. A América é Jack Kerouac e Bukowiski, porém, debaixo de suas máscaras, segue desnudando-se sua mais desconcertante intimidade- na desolação e no medo, no horror e no pânico e num cinismo autodefensivo, recupera sua humanidade, seu egoísmo, seu senso de ridículo e sua irreverente compaixão(...)".
Escrito por Patrícia Lobo às 23h59
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