A PROCURA DE DEUS>
Acordei cedo, muito cedo. Pude sentir a brisa da manhã entrando sem pedir permissão por baixo do cobertor quente. As proximidades do pescoço sentia uma leve dor, dor de cama, muito tempo de cama. O café está a fazer, é inevitável sentir aquele aroma delicioso ao meu ver. O dia com aquela brisa gelada inícia-se que em breve, muito breve o frio está a chegar, mas nessa manhã, exatamente nessa manhã a luz do sol veio ao encontro e consequentemente a sensação de alguma coisa veio ao meu encontro. Parece que quando eu estudava no colégio religioso católico, minha vida era um pouco mais feliz, eu era literalmente uma criança, eu obedecia, mesmo não querendo até eu virar "boca dura". Estou saudosa. Sinto saudade dos longos corredores do colégio no qual se chamava Ginásio Santa Gema e por onde fiquei justos 10 anos de minha vida. É inevitável a gente por alguma razão se achar por vários momentos de nossas vidas "o super ser" aquele que pode tudo e por alguma razão não sabermos nada ao ponto de muitas das vezes tentarmos nos desviarmos de nossas raízes. É inevitável, vai ter um dia que a volta as raízes acontecerá na vida de todos, foi assim no "Cinema Paradiso" e assim quando o Zeca Baleiro mesmo disse em uma de suas músicas no cd LÍRICAS/:"...tempestades que não param, pára - raios quem não tem, mesmo que não venha o trem não posso parar. Vejo o mundo passar como passa a escola de samba que atravessa, pergunto onde estão teu tamborins? Pergunto onde estão teus tamborins? Sentado na porta de minha casa, a mesma e única casa, a casa onde eu sempre morei..." E pela manhã, tento me aproximar de Deus com a companhia de Tomás de Aquino eu sempre acabo aprendendo muito com esses caras. Entendendo o que nem sempre pode-se entender,mas pelo menos achando que entendi.
Escrito por Patrícia Lobo às 10h34
[]
[envie esta mensagem]
|
QUEM VÊ CARA, NÃO VÊ CORAÇÃO>
Ela o deixou sem mais e sem menos, pegou suas botas e foi embora. Em meios a palavras bonitas encontros fantasiosos segundo ele disse decepcionado:"Por que eu?". Articulações, a vida parece bem triste de vez enquando. Ele preferiria pensar que o mundo era cercado de vádias para seu choro chegar no gozo, mas ele estaria equivocado. Ele viu a cara e esqueceu do coração. Ela, em meio a discursos espirituais, bondades a parte o abandona e conseqüentemente ele não entende, porque assim como ele mesmo disse:"Quando eu for Deus aí eu entenderei tudo. Eu fui o escolhido por esse dedo pequeno e torto, pra quem aparentemente sempre fez "direito". Seremos sempre crucificado por nos entregar como cordeiros de Deus que tem que aprender, ficar de alerta sempre, porque o tempo todo ele está testando e consequentemente levando um pouquinho de mim. Famílias destruídas o conceito moralista das famílias, acima antes de mais nada por vaidades e vaidosos, juldadores e julgados. No fim das contas, eu só pergunto uma coisa. Estão sendo felizes ou é mesmo o teatro da vida? Cada vez mais eu abro a porta pra estranhos e me decepciono quando parece que eles não têm o mesmo sangue correndo nas veias e na veia do pescoço. Eles experimentam, sugam tudo de bom e vão embora, porque são egoístas e loucos pra encontrarem problemas e se denominarem doentes. Porque não sabem perceber a felicidade. Competem em si pra "dar a luz". O externo cobra demais. Vai embora e não volte mais." Decepcionado ele lamentou em sua cama triste, pronto pra próxima.
Escrito por Patrícia Lobo às 20h02
[]
[envie esta mensagem]
|
SALADA DE FRUTAS
Vontade de fruta, por aquela ou pela outra, vira e acaba salada de frutas, salada da ilusão, salada da fantasia. As cores e seus aromas, uma bela e deliciosa salada de frutas. Uma história, um fim. Uma nova onde não há espaço para a velha. Salada de frutas do meu coração, da minha vida. Entre outras vielas, salada da vida, salada dos copos, salada de líguas, salada de sorrisos, salada de canções, salada de beijos, salada das emoções, salada das perdas, salada das vitórias. Salada minha, da minha criação.
Escrito por Patrícia Lobo às 10h25
[]
[envie esta mensagem]
|
Pássaro eu sou. Hoje, mais do que nunca.
Escrito por Patrícia Lobo às 09h24
[]
[envie esta mensagem]
|
DE LÁ PRA CÁ...
Escrito por Patrícia Lobo às 20h29
[]
[envie esta mensagem]
|
A voz da liberdade soa junto ao ar.
Somos pássaros de peito aberto.
É como o baile de nossas mentes.
A gente pensa independe do lugar.
Acaba acontecendo cada coisa.
A gente escuta aquela voz bem no ouvido.
As pedras ficam, já representam nada.
Novas pessoas aparecem e as coisas acabam se alterando.
É, a gente percebe e voa mais alto do que nunca.
Escrito por Patrícia Lobo às 13h55
[]
[envie esta mensagem]
|
mala - maleta - mala sem alça
Escrito por Patrícia Lobo às 13h29
[]
[envie esta mensagem]
|
"PRA QUE MENTIR
FINGIR QUE PERDOOU
TENTAR FICAR AMIGOS
SEM RANCOR
A EMOÇÃO ACABOU
QUE COINCIDÊNCIA É O AMOR
A NOSSA MÚSICA NUNCA
MAIS TOCOU
PRA QUE USAR
DE TANTA EDUCAÇÃO
PRA DESTILAR
TERCEIRAS INTENÇÕES
<DESPERDIÇANDO O MEU MEL
DEVAGARZINHO FLOR EM FLOR
ENTRE OS MEUS INIMIGOS,
BEIJA-FLOR
EU PROTEGI TEU NOME
POR AMOR
EM UM CODINOME BEIJA-FLOR
NÃO RESPONDA NUNCA
MEU AMOR
PRA QUALQUER UM NA RUA
BEIJA-FLOR..."
Escrito por Patrícia Lobo às 14h56
[]
[envie esta mensagem]
|
[ ver mensagens anteriores ]
|